INSUMOS INDUSTRIAIS
EPDM

A borracha de etileno-propileno-dieno (EPDM), uma das borrachas muito utilizadas atualmente, pertence ao grupo genérico das “borrachas de etileno-propileno”, grupo que engloba duas variedades de borrachas: os copolímeros e os terpolímeros.

Os copolímeros são geralmente referidos como borrachas “EPM”, em que as letras “E” e “P” significam respectivamente, etileno e propileno, enquanto que a letra “M” significa que a borracha tem uma cadeia saturada do tipo polimetileno (-(CH2)x-). O EPM, outrora designado por APK ou EPR, é portanto uma borracha obtida através da copolimerização do etileno e do propileno. Tem elevado peso molecular, é amorfa e saturada e, por ser saturada, só pode ser vulcanizada com peróxidos orgânicos [1][2][3][4][5]. À temperatura ambiente, o polietileno é um plastómero cristalino, mas aquecendo-o, ele passa através de uma fase “elastomérica”. Se interferirmos na cristalização do polietileno, ou seja, se incorporarmos na cadeia do polímero elementos que impeçam a cristalização, a temperatura de fusão e a fase elastomérica podem ser reduzidas para valores inferiores à temperatura ambiente. Estes materiais amorfos e vulcanizáveis são os EPMs, sendo completamente amorfos e não auto-reforçantes aqueles que possuem entre 45 a 60% de etileno. Se o conteúdo em etileno for da ordem de 70 a 80%, os polímeros contêm longas sequências de etileno, que são particularmente cristalinas, sendo por isso referidos como graus “sequential” e o seu comportamento em processamento difere muito do apresentado pelos polímeros amorfos.

Uma vez que a vulcanização da borracha de EPM com peróxido, a única posível, apresenta algumas desvantagens, foi desenvolvida a reacção do etileno-propileno com um dieno para ser possível a vulcanização com enxofre e aceleradores convencionais. O produto da polimerização assim obtido é, como já referido, o EPDM, terpolímero composto por três unidades de monómeros: etileno, propileno e dieno.

Nos terpolímeros, usualmente referidos como borracha de “EPDM”, as letras “E”, “P” e “M” têm o mesmo significado que anteriormente referido, designando a letra “D” o terceiro monómero, um dieno, que introduz insaturação na cadeia. Os EPDMs são, portanto, EPMs insaturados.

PROPRIEDADES DO EPDM
As propriedades dos vulcanizados de EPDM dependem do tipo de EPDM usado e do sistema de vulcanização empregue, seja ele baseado em enxofre ou peróxido. Em geral têm boa resistência ao calor e ao envelhecimento, boa resistência a baixa temperatura e à luz solar, boa elasticidade, bom poder isolante, excelente resistência ao ozono e à intempérie e boa resistência a alguns agentes químicos. A resistência à deformação por compressão é bastante melhorada se usarmos a vulcanização por peróxido, sucedendo o mesmo com a resistência ao calor para temperaturas na ordem dos 130°C - 150°C.

No que diz respeito à resistência química, destacamos a resistência à água quente e ao vapor, ao líquido de travões à base de glicol, a muitos ácidos orgânicos e inorgânicos diluídos, a soluções salinas, ao óleo de silicone e a soluções de carbonato de cálcio e de carbonato de potássio. Todavia o EPDM não é resistente aos hidrocarbonetos alifáticos, aromáticos e clorados.

APLICAÇÕES
O EPDM é usado na indústria automóvel (tubos, cablagens, mangueiras para radiadores, perfis para vedação de vidros e de portas), na indústria de caixilharia e em muitas outras utilizações onde o fundamental seja uma boa resistência ao ozono e à intempérie. Outras aplicações típicas onde o EPDM é muito usado são: membranas de borracha para telhados, distribuição de água potável (quente e/ou fria), paredes laterais de pneus, vedantes diversos, cabos, “dock fenders”, correias transportadoras, coberturas de rolos e isoladores.

Especificações:

Densidade: 140 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 40 +/- 10
Dimensional: 2200x1100 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +70º (4 horas a 70º )

Densidade: 230 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 50 +/- 10
Dimensional: 1600x800 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +70º (4 horas a 70º )

Densidade: 120 Kg/m³ +/- 20
Shore00: : 65 +/- 10
Dimensional: 2000x1000 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +70º ( 4 horas a 70º )

Densidade: 350 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 80 +/- 10
Dimensional: 1450x700 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +70º

Densidade: 130 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 40 +/- 10
Dimensional: 2350x1100 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +90º

Densidade: 140 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 30 +/- 10
Dimensional: 2100x1000 +/- 100
Temperatura de Trabalho: -20º +90º

Densidade: 120 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 55 +/- 10
Dimensional: 1950x1000
Temperatura de Trabalho: -20º +70º

Densidade: 100 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 55 +/- 10
Dimensional: 2400x1150 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +70º

Densidade: 140 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 60 +/- 10
Dimensional: 2400x1150 +/- 20
Temperatura de Trabalho: -20º +70º

Densidade: 120 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 45 +/- 10
Dimensional: 2400x1150
Temperatura de Trabalho: -20º +70º

Densidade: 120 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 65 +/- 10
Dimensional: 2350x1100 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +70º

BORRACHA NATURAL

O primeiro material conhecido como borracha (“caoutchouc” derivado da palavra índia “caa-o-chu”) é o poliisopreno recolhido da seiva da árvore Hevea Brasiliensis, látex, sendo por tal facto conhecido como borracha natural (NR). A borracha natural pode reagir com o enxofre a temperaturas elevadas para formar reticulações, ocorrendo a transformação de um estado pegajoso e fundamentalmente plástico num estado elástico.

A borracha natural é obtida por coagulação do látex. Os graus de qualidade mais elevados são obtidos através da coagulação por acidificação, sob condições fabris cuidadosamente controladas.

A borracha natural comercial tem uma pequena quantidade, 4 a 9%, de outros constituintes. Destes, os mais importantes são os antioxidantes naturais e activadores de vulcanização representados pelas proteínas e ácidos gordos. Na tabela I indica-se a composição típica da borracha natural, NR.

PROPRIEDADES E APLICAÇÕES
Os vulcanizados de borracha natural possuem propriedades com valores muito interessantes do ponto de vista tecnológico, especialmente boa resistência à tracção combinada com uma boa elasticidade, boa resistência ao calor até 80-90 °C, boa flexibilidade a baixas temperaturas até cerca de -55 °C e excelentes propriedades dinâmicas exibidas durante solicitações cíclicas. Apresenta alta permeabilidade ao gás, resistência limitada ao envelhecimento e ao ozono. Não é resistente a agentes oxidantes como por exemplo o ácido nítrico, a óleos minerais e a hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos. No entanto, devido à grande proliferação, melhoramento, inovação e especialização das borrachas sintéticas, a borracha natural tem vindo a ser gradualmente substituída, especialmente em peças técnicas com necessidade de resistência ao calor, ao envelhecimento e ao aumento de volume em contacto com líquidos. Não obstante, ainda satisfaz cerca de um terço da necessidade mundial de borracha, graças à indústria de pneus.

A borracha natural é bastante usada para a fabricação de apoios de borracha, sendo as principais razões para este êxito as seguintes:

- Excelente resistência à fadiga e à propagação de fendas;
- Elevada resiliência;
- Reduzida histerese;
- Aderência eficaz aos metais.

 

O E.V.A.

O EVA é um copolímero de caráter elastomérico formado pelo encadeamento de seqüências aleatórias de unidades repetitivas derivadas da polimerização do eteno e acetato de vinila. As espumas obtidas com esta resina são encontradas no mercado com densidades variando de 90 e 350 Kg/m3 . A densidade de uma espuma está diretamente associada com sua expansão durante a fabricação e se constitui na principal propriedade que determina seu campo de aplicação.
As espumas de EVA, comercializadas tanto na forma de placas quanto de peças injetadas, são constituídas essencialmente da matriz polimérica, expansor, ativador, lubrificante, plastificantes, elastômeros, cargas e pigmentos. Elastômeros como borracha natural, SBR e NBR podem ser utilizados em formulações de espumas de EVA com o objetivo de ampliar as propriedades de elasticidade e resiliência nos produtos. A resiliência é uma propriedade que depende da porcentagem de moléculas tipicamente elastoméricas, que estão dispersas na espuma e, assim, a adição de elastômero afetará diretamente nesta propriedade.
O etil-vinil-acetato, ou etileno-acetato de vinila,é um copolímero de lenta decomposição.
Caracteriza-se por ser:
Emborrachado - Atóxico - Lavável - Aderente - Resistente e Colorido
As placas de E.V.A. são de grande versatilidade: laminados em diversas cores, espessuras, durezas e densidades.
Ao contrário dos materiais termoplásticos, que podem ser amolecidos e endurecidos repetidas vezes,
termofixos como o E.V.A. solidificam-se através de uma reação química não-reversível por calor.
Os derivados de E.V.A. não são facilmente recicláveis como os de outras resinas.
As resinas de E.V.A. não são definidas como perigosas, segundo a NBR- 10.004
(Classificação de resíduos sólidos - ABNT).

APLICAÇÕES:
Vedação;
Isolação térmica;
Isolação acústica;
Materiais Esportivos;
Brinquedos;
Artesanato;
Brindes;
Ortopedia;
Indústria calçadista;
Acessórios para Estacionamento;
Protetor de portas e janelas;
Peças Técnicas;

CORES:

ESPECIFICAÇÕES:

Densidade: 90 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 40 +/- 10
Dimensional: 1850x1000 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +/- 70º

Densidade: 240 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 75 +/- 10
Dimensional: 1400x700 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +/-70º

Densidade: 90 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 40 +/- 10
Dimensional: 1850x1000 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +/-70º

Densidade: 250 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 60 +/- 10
Dimensional: 1850x900 +/- 50
Temperatura de Trabalho: -20º +/-70º

Densidade: 110 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 60 +/- 10
Dimensional: 2000x1000
Temperatura de Trabalho: -20º +/-70º

Densidade: 120 Kg/m³ +/- 20
Shore00: 40 +/- 10
Dimensional: 2100x1100
Temperatura de Trabalho: -20º +/-70º

INFORMAÇÕES TÉCNICAS SOBRE A BORRACHA DE EVA (ETIL-VINIL-ACETATO)

Ficha de Segurança MSDS (Material Safety Data Sheet)

Produto: EVA
A-C ® Etileno-Acetato de Vinila Copolymers
MSDS Número: ACPA0002 Página 1 de 8
Data de Emissão: Abril de 2005


1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA
NOME DO PRODUTO: Copolimero de Etileno-Vinil- Acetato
OUTROS / NOME GENERICO: EVA
USO DO PRODUTO: usos múltiplos em muitas aplicações.
FABRICANTE:

2. COMPOSIÇÃO / INFORMAÇÃO SOBRE OS INGREDIENTES
INGREDIENTES NOME CAS Número Peso
Etileno-Acetato de Vinila 24937-78-8 ~ 100
Vinil Acetato 108-05-4 Trace

Embora este material não é considerado perigoso de acordo com os regulamentos OSHA, o MSDS contém valiosas
informações essenciais para o manuseio seguro e uso correto do produto. Esta ficha deve ser mantida
disponível para os funcionários e outros usuários deste produto.

3. IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
EMERGÊNCIA: A-430 C-como graxa. e todos os outros produtos sólidos de cera em pelota, pasta ou em pó.
O pó deste produto pode formar misturas explosivas no ar.
Não foram considerados perigosos em condições normais de uso.
Pode liberar irritantes vapores tóxicos se envolvido em um incêndio.

FICHA DE SEGURANÇA
A-C ® Etileno-Acetato de Vinila Copolymers
MSDS Número: ACPA0002 Página 2 de 8
Data de Emissão: Abril de 2005

POTENCIAL DE RISCOS À SAÚDE
PELE: Pode causar irritação mecânica, se o produto entrar em contato com a pele.
O contato com material fundido pode causar queimaduras.
Olhos: Pode causar irritação mecânica, se o produto entrar em contato com o olho.
Inalação: Não é uma rota provável de exposição em condições normais de uso.
As elevadas temperaturas de processamento podem gerar gases e vapores que podem causar irritação
para o nariz e garganta.
INGESTÃO: Não é uma rota provável de exposição. Não é considerado perigoso.
Efeitos Tardios: Nenhum conhecido.

Ingredientes encontrados em uma das listas OSHA designado cancerígeno estão listados abaixo.
INGREDIENTES NOME NTP STATUS STATUS IARC OSHA LISTA
acetato de vinila. 2B - Nada Consta

4. PRIMEIROS SOCORROS
PELE: Se em contato com material sólido, lavar com água e sabão. Se em contato com o material fundido,
submergir a área lesada em água fria. Não tente remover o material aderente à pele.
Procure um médico se a irritação desenvolver ou persistir.
OLHOS: Lavar os olhos com água em abundância. Procure um médico se a irritação desenvolver ou persistir.
INALAÇÃO: Se exposto a vapores em condições de processamento elevado, remover para ar fresco.
Atenção, se desenvolver irritação ou se ela persistir.
INGESTÃO: Não é uma rota provável de exposição.
CONSELHOS PARA O MÉDICO: Não aconselhamento específico, tratar sintomaticamente.

5. MEDIDAS DE COMBATE A INCÊNDIO
Propriedades Inflamáveis
PONTO DE INFLAMAÇÃO:> 515 ° F (> 270 ° C)
PONTO DE MÉTODO: Copo aberto.
Temperatura de auto ignição: Não determinado.
LIMITE FLAMABILIDADE SUPERIOR do volume (no ar): Não aplicável.
LIMITE FLAMABILIDADE INFERIOR do volume (no ar): Não aplicável.
TAXA propagação da chama (sólidos): Não determinado.
CLASSE OSHA de Inflamabilidade: Combustível sólido.
FICHA DE SEGURANÇA
A-C ® Etileno-Acetato de Vinila Copolymers
MSDS Número: ACPA0002 Página 3 de 8
Data de Emissão atual: Abril de 2005

MEIOS DE EXTINÇÃO:
Use névoa de água, pó químico seco, dióxido de carbono ou espuma como apropriado para materiais em torno do fogo.
Evite o uso de correntes diretas de água na queima de material fundido que pode espalhar o fogo.

INCÊNDIOS INCOMUNS E EXPLOSÕES:
Derrete na proximidade com os incêndios, resultando em pisos escorregadios e escadas. As cargas estáticas em pó ou em pó em líquidos podem inflamar atmosferas combustíveis. Poeiras transportadas pelo ar deste produto em um espaço fechado
e na presença de uma fonte de ignição, pode constituir um risco de explosão.
Boletim ver NFPA 654,
"Norma para a Prevenção de Incêndios e explosões de poeira a partir da fabricação, processamento e
Manipulação de sólidos particulados combustíveis, "para procedimentos de manipulação segura.

CUIDADOS ESPECIAIS DE COMBATE A INCÊNDIO / INSTRUÇÕES:
Como em qualquer incêndio, use máscara de pressão positiva de respiração e
vestuário de protecção integral. Cuidados com o piso em pavimentos e escadas por causa da possível propagação de fundição material.

6. MEDIDAS DE EMISSÃO ACIDENTAL
EM CASO DE DERRAMAMENTO OU OUTRO ACIDENTE: (Sempre use equipamentos de proteção individual).
Evite a geração de poeira. Manter afastado do calor ou chama. Colete o material e coloque em um recipiente para reutilização
ou eliminação. Se o material é derretido, deixe esfriar. Tome cuidado, pois o material ainda pode ser quente depois
solidificação.
Derrames e lançamentos podem ter de ser comunicada à Polícia Federal e / ou pelas autoridades locais. Consulte a Seção 15 sobre as exigências de relatórios.

7. MANUSEIO E ARMAZENAMENTO
MANUSEAMENTO NORMAL: (Sempre use equipamentos de proteção individual).
Sob condições de armazenamento, os vapores podem acumular-se na parte superior das embalagens causando um
por vezes forte odor, durante descompactação destes produtos. Evitar respirar os vapores na abertura
recipientes. Evitar derramamento, que podem causar condições de risco em pisos escorregadios. Siga padrão
higiene pessoal e práticas de gestão interna de um ambiente industrial.

RECOMENDAÇÕES DE ARMAZENAMENTO:
Para manter a qualidade do produto, armazenar em um local fresco e seco, longe do calor ou à luz solar direta. Não armazene perto de agentes oxidantes fortes e aminas.

8. CONTROLES DE EXPOSIÇÃO / PROTECÇÃO INDIVIDUAL
CONTROLES DE ENGENHARIA:
A ventilação geral é adequada para o armazenamento e movimentação normal. Use exaustão local nos pontos de
geração de fumos ou se as condições poeirentas prevalecer para manter a exposição abaixo do PEL / exposição TLV
limites.

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL
PROTEÇÃO DA PELE:
Não é normalmente requerido. Use roupas de proteção ao calor, conforme necessário para manuseio de material quente.
PROTECÇÃO OCULAR:
Use óculos de segurança ou óculos de proteção que estejam em conformidade com ANSI Z87.1 em condições normais. Óculos de segurança, óculos de proteção e / ou protetor facial completo se não houver possibilidade de contacto com o material derretido.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA:
Não é necessário para áreas adequadamente ventiladas. Se há potencial para a inalação de poeira ou vapor, utilize
um respirador aprovado.
O respirador deve ser selecionado com base nos níveis de contaminação e condições de utilização encontradas no
local de trabalho. Condições de utilização não deve exceder os limites de trabalho seguro do respirador. O respirador
deve ser utilizado em conformidade com o padrão de proteção respiratória da OSHA (29 CFR 1910.134).
Recomendações adicionais:
Providenciar chuveiros de segurança e de lavagem de olhos em estreita proximidade com a área de trabalho.

DIRETRIZES DE EXPOSIÇÃO
INGREDIENTES NOME
Partículas (insolúveis ou pouco
solúvel), sem outra especificação
ACGIH TLV
TWA = 10 mg/m3
(8 horas/dia inalável fracção)
TWA = 3 mg/m3
(
8 horas/dia respirável fracção)
TWA = 15 mg/m3
OSHA PEL
(
8 horas/dia, total/poeira),
TWA = 5 mg/m3
(
8 horas/dia, respirável fracção)
OUTROS LIMITES: Nenhum.

Traços de monômero residual de acetato de vinil podem estar presentes no produto em concentrações até
300 ppm. Sob condições normais de manuseio e utilização, isto não constitui uma perigosa
potencial de exposição. No entanto, condições de processamento incomum pode resultar na degradação do produto
e elevado risco de ácido acrílico.

9. PROPRIEDADES FÍSICAS E QUÍMICAS
APARÊNCIA: AC 430 é como graxa, outros graus são como placas, grânulos ou pós.
Estado físico: Sólido.
ODOR: odor característico de cera.
GRAVIDADE ESPECÍFICA (água = 1,0): 0,92-0,93
Solubilidade em água (% peso): Insignificante.
pH: Não aplicável.
PONTO DE EBULIÇÃO: Não determinado.
PONTO DE FUSÃO: 167 - 216 ° F (72 - 102 ° C)
PRESSÃO DO VAPOR: Não aplicável.
DENSIDADE DO VAPOR (ar = 1,0): Não aplicável.
TAXA DE EVAPORAÇÃO: Não determinado. EM RELAÇÃO AO: Não aplicável.
% Voláteis: Não determinado.
PONTO DE INFLAMAÇÃO:> 515 ° F (> 270 ° C)
(método de ponto de inflamabilidade e dados adicionais são encontrados na Seção 5.)

10. ESTABILIDADE E REACTIVIDADE
Normalmente estável. Evitar a exposição às chamas ou a temperaturas superiores a tratamento recomendado
condições. O fabricante deve ser contactado se levantam-se questões relativas ao tratamento específico
condições.
INCOMPATIBILIDADES:
Agentes oxidantes fortes.
Produtos de decomposição
Produtos da decomposição térmica podem incluir o monóxido de carbono, dióxido de carbono e à combustão derivados
(oxidado e não oxidado hidrocarbonetos).
POLIMERIZAÇÃO PERIGOSA:
Não irá ocorrer.
11. INFORMAÇÃO TOXICOLÓGICA
(Aguda) Imediata EFEITOS:
LD50:> 2.500 mg / kg
Retardada (subcrónica e crónica) EFEITOS:
Não há dados disponíveis.
OUTROS DADOS:
Nenhum.

12. INFORMAÇÃO ECOLÓGICA
Não há dados disponíveis. Material é considerado inerte e não se espera que seja biodegradável.

13. CONSIDERAÇÕES SOBRE A ELIMINAÇÃO

RCRA
É o produto utilizado resíduos perigosos RCRA um caso descartado? Não.
Se sim, o número de identificação é RCRA: Não aplicável.
OUTRAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ELIMINAÇÃO:
Descarte em cumprimento federais, estaduais e regulamentos do governo local. Opções de escoamento
incluem: reciclagem, incineração e aterro.
A informação oferecida aqui é para o produto de origem. Utilização e / ou alterações do produto, tais como
mistura com outros materiais podem alterar significativamente as características dos materiais e alterar a
RCRA classificação eo método de descarte adequado.

14. INFORMAÇÕES SOBRE TRANSPORTE
E.U. CLASSE DE PERIGO DOT: Não regulamentado.
E.U. DOT ID number: Não aplicável.

OUTRAS INFORMAÇÕES:
Avaliações HMIS ® III para o produto são as seguintes:
Saúde (H) 0
Inflamabilidade (F) 1
Riscos Físicos (PH) 0
Avaliações HMIS ® III são baseados em uma escala de classificação 0-4, com 0 representando riscos mínimos ou riscos, e 4
representando perigos ou riscos significativos. Os destinatários desta FISPQ não deve empregar qualquer
Recomenda-avaliações HMIS ® III na ausência de um perigo HMIS ® III totalmente implementado
programa de comunicação.
As avaliações acima HMIS ® III ® são do HMIS terceira edição. Houve mudanças significativas
feitas no sistema desde a segunda edição. "Riscos Físicos" ou "PH" substitui o antigo
"Reactivity" ou "R" rating. Para uma explicação mais detalhada do sistema e as avaliações, consulte a
HMIS ® Implementação do Manual, Third Edition.

fonte: http://specchem-apps.alliedsignal.com/prodcat/Pdfs/SWA/MSDS/acpa0002.pdf

OBS.: (Estas informações baseiam-se em normas internacionais de classificação, podendo sofrer alterações em relação a legislação e normas brasileiras.
A Liondor Produtos Especiais apenas disponibiliza estas informações técnicas com o intuito de alertar sobre os possíveis riscos e fornecer maiores esclarecimentos
para a utilização correta das borrachas de EVA - Dúvidas ligue: (11) 3931-1710)

 

SHORE A e SHORE D

A dureza mede a resistência à penetração, ou ao risco. O aumento das forças coesivas intermacromoleculares resulta em acréscimo na dureza do material.
A dureza de materiais sólidos é medida em escalas arbitrárias descritas nos métodos ASTM D 785 e ASTM D 2240. Para a caracterização da dureza dos PU's e demais elastômeros sólidos é normalmente utilizado o teste de dureza Shore. Neste teste, um durômetro, aparelho de medição foi desenvolvido em 1920, pelo fabricante de instrumentos Albert F. Shore, mede a resistência, tomada como a medida da dureza, à penetração de um pino pressionado contra o elastômero pela ação de uma mola sob carga padronizada. Um ponteiro move-se através de uma escala para mostrar a resistência à penetração, e as escalas nos durômetros Shore variam de 0 a 100. As escalas, normalmente utilizadas para os PU's sólidos, são a escala Shore A para os materiais macios e a Shore D para os duros. Estas escalas se sobrepõem nos valores mais altos da A e mais baixos da D.
O Durômetro Shore A é específico para medição da dureza relativa em borrachas e plásticos moles. Se o endentador penetra completamente no material, a leitura obtida é zero. Se não ocorrer penetração, a leitura é 100. As leituras são adimensionais.

As diferentes escalas Shore A,B,C,D,DO,M,O,OO,OOO,OOO-S e R foram criadas utilizando 7 formas diferentes de endentadores, 5 diferentes molas, 2 diferentes extensões do endentador e duas diferentes especificações dos suportes . As escalas A e D são as mais utilizadas. A escala M usa uma mola de pouca força e foi desenvolvida para permitir o teste de pequenas peças como anéis O que não podem ser testados na escala A normal . Como os materiais respondem de forma diferente às diferentes escalas, não há correlação entre escalas
Vantagens e Desvantagens
Os resultados obtidos deste teste são medidas úteis da resistência relativa à endentação para várias gamas de polímeros. Entretanto, o teste de dureza Shore não serve para prever outras propriedades como resistência, abrasão ou desgaste, e não deve ser usado sozinho para especificação de projeto de produto.

Principais Normas
• ASTM D-2240 e D-785
• DIN 53 505
• ISO 7619 Part 1
• JIS K 6301
• ASKER C-SRIS-0101


Borracha Silicone

Grande versatilidade na manipulação de diferentes colorações além de excelente propriedade isolante.
Propriedades:
- Excelente resistência a temperatura até 200ºC contínua ou intermitente.
- Permanece flexível a baixas temperaturas - 60ºC
- Resistente a raios ultra-violetas, ozônio e intempéries.
- Exibe baixa flamabilidade e baixa toxidade.
- Boas propriedades de isolamento elétrico.
- Silicone tem comparativamente com outras borrachas, baixas propriedades mecânicas.
- Resistência a produtos químicos - resistência limitada a óleos e hidrocarbonetos da mesma forma que os lençóis de neoprene. Razoável resistência a ácidos, álcalis, éteres e cetonas.

Apresentação:

Mantas confeccionadas com borracha de silicone extrudadas, pura sem nenhum tipo de carga, resistentes até 200ºC, nas seguintes dimensões:
- largura: até 450mm
- comprimento: até 2.800mm
- espessura: 3mm

Peças moldadas e moldes de silicone sob medida.

 

Feltro de NOMEX® - Anti-chama de meta-aramida pura
É um tecido anti-chama que apresenta uma excepcional resistência mecânica e boa capacidade de isolamento térmico.Por ser um tecido com construção tipo tela, apresenta boa resistência a corte e rasgos. Confeccionado a partir de fibra de meta-aramida pura, recebe um tratamento especial que o torna resistente a chama. Apresenta Índice
de Inflamabilidade Zero e é aprovado pelas maiores indústrias do Brasil. O tecido de fibra de meta-aramida apresenta resistência mecânica superior aos demais tecidos isolantes, tornando-o tecido padrão para confecção de juntas de expansão não-metálica de alta resistência mecânica.


FICHA TÉCNICA
Composição: fibra de meta-aramida pura
Temperatura de trabalho uso controlado: 450°C
Temperatura de trabalho uso prolongado: 280°C
Carga de ruptura Urdume: 55 Kgf/cm
Carga de ruptura Trama: 25 Kgf/cm
Espessura padrão: 1,7 mm
Largura padrão: 1,5 m

APRESENTAÇÃO:
Feltro Nomex densidade 400 g/m² - 1,7 (+ ou - 2) mm espessura X 1,50 m de largura - (pronta entrega)
Feltro Nomex densidade 900 g/m² - 4,0 (+ ou - 2) mm espessura X 1,50 m de largura - (5 a 10 dias)
Feltro Nomex densidade 900 g/m² - 8,0 (+ ou - 2) mm espessura X 1,50 m de largura - (5 a 10 dias)
Feltro Nomex densidade 1.600 g/m² - 8,0 (+ ou - 2) mm espessura X 1,50 m de largura
- (pronta entrega)

Os Feltros Nomex® podem ser agulhados em outras larguras, espessuras ou densidades de acordo
com a necessidade.


APLICAÇÕES USUAIS:
* Cortina e manta anti-chama
* Cortina para resfriamento lento de solda
* Cortina para proteção pessoal
* Confecção de juntas de expansão
* Confecção de colchão isolante
* Forração de painel naval
* Isolamento térmico de equipamentos
* Isolamento térmico Off-Shore
* Bastões de limpeza de impressoras laser

* Filtros manga para filtragem de partículas por ar quente a altas temperaturas

CARACTERÍSTICA ESPECÍFICAS
- Excelente isolamento térmico (não propaga chamas);
- Reduzido peso específico, leveza no uso de roupas protetoras;
- Alta flexibilidade, fácil manuseio e longa vida útil;
- Substitui as mantas de amianto;
- Não cancerígeno.

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COMO COMPRAR INSUMOS INDUSTRIAIS

  1. Confirmar pedido por telefone: (11) 3931-7023
    ou e-mail: liondor@liondor.com.br - especificando sua necessidade ou amostras.
  2. Solicitar o valor correspondente ao produto e às quantidades necessárias.
  3. Solicitar os dados para Depósito em Conta Corrente ou enviar dados para faturamento no caso de empresa.
  4. Efetuar o Depósito em Conta Corrente ou aguardar a liberação do cadastro para faturamento.
  5. Enviar por e-mail ou fax o comprovante de depósito.
  6. Liberação para entrega:
    • Imediata (transferência on line ou depósito direto no caixa).
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